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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

GOOGLE GOGGLES

Google goggles é uma ferramenta que permite a busca de conteúdo com base em imagens no seu celular.

Sim, parece complicado mas não, a idéia é justamente essa: você está numa livraria, por exemplo, e decide comprar um livro. Mas antes, quer saber mais sobre o autor ou até mesmo se o livro está em promoção em outro lugar. Basta tirar uma foto do livro e o goggles faz a pesquisa pra você.
Ou melhor: você vê um poster de um filme na rua. Tira a foto do poster e, em segundos, pode ver o trailler do filme, consultar quais cinemas estão exibindo o filme perto de você e comprar o ingresso. Tudo no seu celular, de forma instântanea.




Mais fácil que isso não pode ficar.

Buscando novas formas de aplicação dessa tecnologia, o Google criou a variação “publicidade”. Após detectar que muitos usuários estavam pesquisando anúncios impressos (e em outros meios) para saber mais sobre os produtos em questão, o “tio” google resolveu expandir esse mercado, dando início a versão “ad” do produto.


Hoje, num universo onde temos cada vez mais o problema da publicidade intromissiva, permitir que o usuário escolha quando quer saber mais sobre um produto e até mesmo que opte por realizar uma compra com base num anúncio impresso numa revista é fantástico.


domingo, 2 de outubro de 2011

Ciência, Negócios e Inovação

O cientista chefe da IBM Brasil fala sobre o modelo de pesquisa que pratica o conceito de ciência como negócio e também sobre o desafio de alinhar inovação e crescimento. (Patrocínio: Scopus)

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Redes


Olá novamente, aqui quem vos fala é Valmir, e como dito anteriormente estou a cargo das atualizações das Redes Sociais, e hoje trago para a leitura de todos algo que tem andado de mãos dadas e formado um belo par ao lado dessas mídias sociais, ou seja, estou falando dos Negócios “business”! Existem dificuldades? Quais? E os benefícios?

No artigo anterior citei um pequeno exemplo de negócios nas redes sociais, caso Arezzo, onde uma má estratégia levou esta empresa a ser fortemente criticada e forçada a retirar seu anúncio do Facebook. Essa falta de conhecimento como um todo no mundo dos negócios foi comentada pela gerente geral do Telecom SolutionsLabs da IBM, Karin Arnold: “as companhias estão passando por um processo de entendimento da dinâmica e das reais potencialidades das redes sociais”. Ela ainda comenta sobre outras dificuldades, “entraves políticos que alguns países impõem as certas redes sociais” e acrescenta que para uma empresa usufruir de toda capacidade que as redes sociais podem fornecer será preciso “um amplo portfólio de soluções, com estratégias adequadas”. No Brasil, ainda adicionaria a dificuldade de acesso à internet seja por preços absurdos ou por qualidade ruim, pois, sem acesso a esse meio de comunicação, algum anúncio que a empresa publicará não atingirá toda uma gama de consumidores.

Quanto às vantagens, os motivos para lançar seu negócio são animadores, pois, caso queira um lugar fácil e rápido para obter informações a respeito dos seus potenciais clientes, nada mais lógico do que entrar no perfil dos participantes dessas redes e analisar seus gostos e interesses, dessa forma o plano de marketing pode atingir seu foco de maneira mais precisa, e nesse mesmo quesito a empresa também poupa dinheiro anunciando seu produto, já que, ela não precisará “atirar no escuro” porque já será de conhecimento aonde a empresa deverá focar seus anúncios. Karin Arnold comenta a respeito: “Ao oferecer um portal de comunicação e interação com os consumidores, as companhias geram, por tabela, a fidelização destes. A utilização de redes sociais pode contribuir com o aumento das receitas”, está aí outro ponto-chave, mantendo contato constante com os clientes, abordando se tal produto é de seu agradado, a empresa ganha o carisma do consumidor, e o melhor de tudo, cortando gastos com pesquisas de campo ou telefonemas, isso porque as próprias mídias sociais tornam-se meio que um webchat entre cliente e vendedor. Até o presente momento, foi comentado sobre a relação empresa e consumidor, mas quem está por trás disso, ou seja, os proprietários de determinada rede social como o Orkut, eles não recebem nada? O Google possui uma das maiores base de dados do planeta, agora imaginem quanto uma empresa pagaria para que o Google fornecesse informações pessoais, exemplo, o que a pessoa gosta em um determinado produto. Vocês podem observar dados mais exatos clicando aqui.

Depois de tanto comentar, imagino que estejam curiosos para conhecer outras redes além das que já estamos acostumados, no link adiante existem exemplos de algumas redes; ressalto o LinkedIn, espaço para o usuário divulgar sua experiência e habilidades profissionais.

Concluo afirmando que realmente é uma boa jogada o envolvimento das empresas com as mídias sociais, desde que os responsáveis por esta empresa saibam o que estão fazendo, em um mundo onde o diferencial é a inovação, nada mais correto do que usar de todos os meios para se estar próximo de quem procura por estas inovações, ou seja, o público.

Até mais, Valmir!!