terça-feira, 4 de junho de 2013

Google Cloud Messaging - "O mais novo sistema de mensagens do Google"


Para as pessoas que ainda não conhecem o Google Cloud Messaging para Android, esse é um serviço gratuito do Google que permite a comunicação de um aplicativo na nuvem com um dispositivo Android através da troca de mensagens. 

Pode-se citar como exemplo, o desenvolvimento de um aplicativo para Android que, ao receber uma mensagem com o conteúdo "TirarFoto", o aplicativo irá capturar uma imagem através da câmera do dispositivo e envia a imagem capturada para um determinado endereço de e-mail. Um aplicativo que pode ser muito beneficiado com o GCM é o Whatsapp na troca de mensagens entre usuários.

Essa é a forma mais recomendada atualmente para enviar mensagens da Nuvem para um dispositivo Android, isso, devido ao seu pequeno consumo de recursos do dispositivo, devido ao aplicativo não precisa estar conectado a internet para verificar de tempos em tempos se existe uma nova mensagem porque o próprio GCM irá enviar a mensagem diretamente para os dispositivos registrados. O GCM evita o alto consumo de memória RAM e processamento, economiza também a bateria do dispositivo, além de ser seguro, já que a troca de mensagens é intermediada pelos servidores GCM do Google, no qual fornece um ID único para cada dispositivo registrado, e apenas quem conhece esse ID pode enviar uma mensagem para o dispositivo. 

Como o GCM é uma API do Google, é necessário que se tenha uma conta no Google para poder obter acesso a essa API em sua conta. Para facilitar ainda mais o entendimento o processo é o seguinte: 

1. O dispositivo Android se registra no GCM (através dos servidores do Google);
2. O dispositivo Android recebe um ID (identificador único);
3. O dispositivo Android envia o ID recebido do GCM para o seu servidor;
4. Seu aplicativo armazena o ID do dispositivo no Banco de Dados;

a. Você envia uma mensagem para o seu servidor, via Browser, através de seu aplicativo Web;
b. Seu servidor encaminha a mensagem para o GCM, informando o ID do dispositivo que receberá a mensagem;
c. O GCM encaminha a mensagem para o dispositivo registrado com o ID informado;

Essa é mais ou menos uma ideia de como é que funciona o GCM. Para mais detalhes é só a cessa este link: http://goo.gl/XJA4E





segunda-feira, 3 de junho de 2013

Segurança na rede : HTTP e HTTPS

Quando se trata de segurança na rede, ao digitar senhas, número de documentos, cartões de créditos, é difícil alguém olhar lá no cantinho da barra de endereços se tem um “s” após o HTTP. É difícil as pessoas prestarem atenção para esse detalhe, ainda mais quando não sabem a diferença entre cada um deles. O que significa HTTP e HTTPS e para que serve?

O HTTP é a abreviação de Hyper Text Transfer Protocol (Protocolo de Transferência de Hipertexto) é um protocolo de comunicação entre cliente e servidor. Cliente ou user agent é quem faz as solicitações ou requisições através de um browser, um robô, um script, ou qualquer outro programa que conheça e saiba como seguir o protocolo. Ao digitar um endereço no seu navegador/browser (Google Chrome, Internet Explorer, Firefox, ou outros) é enviada uma requisição ao servidor que deverá responder se o recurso foi encontrado mostrando a página solicitada. O HTTP vai definir como serão requisitadas as páginas da Web, como serão enviados os dados que o usuário insere em formulários e como o servidor enviará mensagens de erro para o navegador do usuário. Por ser um protocolo baseado em texto, toda a informação transmitida estará em texto, assim, os dados do usuário e do servidor são suscetíveis de serem interceptados ou alterados no meio do caminho.

Não tem como ter certeza de que um site HTTP é realmente quem diz ser. As informações navegam na rede de uma forma muito parecida como é apresentada na tela ou digitada pelo usuário. Mal intencionados podem interceptar os dados, criar um falso destino. O usuário poderá acessar um site de compras falso e ceder seus dados pessoais como senha e número de cartão de crédito. Suas informações poderão ser rastreadas por softwares maliciosos como os Keyloggers ou os conhecidos Cavalos de Tróia.

HTTPS é a abreviação de HyperText Transfer Protocol Secure, um protocolo seguro de transferência de hipertexto. O HTTPS é o protocolo ou conjunto de regras e códigos com camadas de segurança que torna a navegação mais segura. A implementação dessas camadas, SSL (Secure Sockets Layers) e TLS (Transport Layer Security), no protocolo HTTP faz com que os dados sejam transmitidos através de uma conexão criptografada e forçando a autenticidade do servidor de do cliente através dos certificados digitais. É a forma de trafego de documentos mais segura atualmente. Provê encriptação de dados, autenticação de servidor, integridade de mensagem e autenticação de cliente.

Por exemplo, se você não quiser que as suas informações sejam visualizadas por terceiros, é só utilizar o protocolo HTTPS. A certificação de página segura (SSL) poderá ser visualizada através da imagem de um cadeado na barra de tarefas do navegador. Este protocolo bloqueia qualquer tipo de invasor. O HTTPS protege o caminho dos dados, não protege o destino. Se o computador ou o servidor forem invadidos ou estiverem comprometidos por ataques de vírus ou outros softwares maliciosos, as informações poderão ser comprometidas.
Claro que os sites HTTPS oferecem mais segurança, mas porque todos não o utilizam? Para validar um certificado de autenticidade é cobrada uma taxa anual, dependendo da modalidade, de mais de R$ 3.000,00. Como nem todos os serviços na web podem pagar por essa quantia só nos resta prestar atenção ao navegar.

Uma forma de aumentar a segurança no envio dos dados utilizando o protocolo HTTP ou HTTPS é substituindo o teclado convencional pelo teclado virtual do seu Sistema Operacional, observar o uso correto do HTTPS também em redes sociais, serviços de e-mail, discos virtuais e outras aplicações que exijam senhas ou o envio de dados pessoais, são fundamentais, também, a utilização de antivírus, firewalls, antispywares e outros softwares de proteção. Também é preciso ter cuidado com os sites acessados e e-mails suspeitos, sem contar a criação de senhas fortes, dificultando sua descoberta.


sábado, 1 de junho de 2013

Algoritmo de Diagnostico - Leucemia pode ser detectada por logica de programação


Sempre fui apaixonado pelas possibilidades que a T.I. tem de influenciar no dia a dia das pessoas, assim como suas aplicações para facilidade, praticidade e claro na atenção a vida das pessoas, temos milhões de exemplos de sistemas e equipamentos que promovem a vida,a sustentam e a defendem. Nestes dias li sobre uma certa pessoa "Brittany Wenger" de apenas 18 anos, segundo o site Mashable ele desenvolveu um algoritmo que detecta o câncer, mais precisamente o  leucemia de linhagem mista (MLL), este tipo de leucemia tem complicado diagnostico e quase sempre não deixa muito tempo de vida ao paciente, o diagnostico quanto mais precoce mais eficiente e o tratamento.

Ela desenvolveu uma rede artificial neural que é capaz de detectar padrões genéticos, segundo ela "Diferentes tipos de câncer têm diferentes tipos de impressões moleculares". O sistema é capaz de analisar características como tamanho, espessura e forma das células para saber se o indivíduo está ou não infectado pelo tipo de patologia analisado. 

Para deixar ainda mais surpreendente a pesquisa, a americana detectou quatro tipos de expressões de genes específicos no corpo que podem ser usadas na fabricação de medicamentos específicos para MLL, a pesquisa não só resultou em uma ferramenta de diagnostico eficaz como também abre uma ampla possibilidade de pesquisa sobre o suso dos genes em novas drogas para o tratamento.

Nos resta torcer para que muitas outras descobertas como esta sejam realizadas, e que dentro de algum tempo tenhamos medicamentos mais eficientes no tratamento da leucemia. 

Fontes: Mashable, Exame

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Computação Ubíqua




Há aproximadamente 15 dias atrás, na aula de IHC (Interação Homem-Computador), o nosso professor Edson, falou sobre computação ubíqua e achei muito interessante o tema, então resolvi pesquisar mais um pouco sobre essa nova tecnologia.

A computação ubíqua descreve a presença constante, de forma direta, da informática em todas as coisas da nossa vida pessoal e em ambientes de convívio social. Ela tem o objetivo de integrar os seres humanos a tecnologia sem que seja percebido, ou seja, utilizar sem perceber. A interação desta tecnologia com nós, seres humanos, pode ser feita através de uma interface natural no qual torna a comunicação mais sensível e fácil através das formas de interagir com gestos, fala e visão, podendo também ser de maneira sensível ao contexto através do movimento da pessoa em um espaço, o qual pode ser detectado facilmente.

Para fazer o gerenciamento da computação ubíqua é simples, basta ter a conexão de uma rede sem fio a um computador de grande capacidade. Podemos citar como exemplo da utilização da tecnologia ubíqua as casas, no qual a iluminação pode ser acionada, ligar ou desligar televisores e equipamentos eletrônicos, até o monitoramento acamada ou controlar os itens da dispensa pelo prazo de validade, entre outras coisas. Os cientistas e profissionais desta área, tem como desafio tornar a computação ubíqua cada vez mais presenta na vida das pessoas, de maneira que a interface seja capaz de armazenar informações, e aprender a partir das funções realizadas anteriormente programadas. 

Segundo Bill Buxton, investigador principal da Microsoft Research, prevê que os "smartphones" vão passar a ser também o elemento fundamental da nossa interação com os automóveis, no qual eles irão ativar os sistemas computacionais dos nossos veículos controlando o seu ambiente, permitindo a comunicação e o acesso a informação, e desempenhando um papel central em situações de emergência. Atualmente, se observarmos os nossos bolsos encontraremos uma carteira, chaves (do carro e da casa), e telefone celular, mas com a computação ubíqua esses três objetos serão provavelmente substituídos por um objeto apenas, o "smartphone".

O futuro próximo da computação ubíqua é a interação total, não apenas de celulares, computadores, televisores ou e-books, mas também de dispositivos que no momento não possuem ligação com a internet como, mesa, cadeira, geladeira, caneta, agenda, entre outros itens, tudo isso através da função cloud computing (computação em nuvem) e a interligação com a  internet, no qual fará com que todos os dispositivos utilizados no dia-a-dia poderão ser interligados e adaptados a necessidade de cada pessoa.

Fontes: Blog AlterdataClick CiênciaInfo Escolahttp://goo.gl/lLFBn, acessados em 29/05/2013 das 07:40 às 09:00h

domingo, 26 de maio de 2013

O Google está de olho!


Alguém já se perguntou o quanto o Google sabe sobre nós? Recentemente fiz algumas pesquisas no site de buscas, como preços de passagens e de algumas mercadorias e dias depois em cada site que entro estão lá o meu objeto de pesquisa nas propagandas dos sites e até mesmo nas redes sociais.
Fuçando a rede acabei achando uma lista de coisas que usamos na net e ficam registrados:
  • Se você usa o Adwords, eles conhecem o seu plano de marketing e sabem o que você quer vender.
  • Adsense sabem qual dos seus sites ganham dinheiro, eles sabem o quanto pagar e quanto para mantê-lo.
  • Analytics conhecem quais sites você controla, variações e tendências de seu conteúdo e como os seus leitores chegam até você.
  • Blogger sabe sobre o que você escreve. Cada palavra, cada frase, tudo e cada link.
  • Se você usa o Calendar, eles enxergam onde você foi, a hora e aonde você vai.
  • Redes sociais podem perceber, entre outras coisas, todos os seus gostos, seus dados pessoais e profissionais, e que você tira fotos em frente ao espelho.
  • Checkout conhecem todas as suas informações pessoais: nome, endereço, telefone, cartão de crédito...
  • Se você usa Chrome, eles sabem tudo sobre a sua navegação na internet.
  • Se você usa o Desktop, eles enxergam o que você tem no seu PC, até aquela pasta xxx oculta.
  • Google Textos e Planilhas percebem se você está escrevendo uma monografia, um livro.
  • Se você usa o Earth, eles conhecem os lugares do planeta que você tem desejo de pesquisa.
  • Se você usa o FeedBurner, eles sabem tudo sobre os seus leitores.
  • Gmail podem saber tudo. Sim, tudo.
  • Se você usa os Grupos, eles sabem que você tem um fetiche por extraterrestres e discos voadores.
  • Pesquisa de Imagens conhecem que você busca fotos da Britney Spears e gosta de fotos de gatos, por exemplo.
  • Se você usa o Maps, eles enxergam onde você poderia estar, onde você pode estar indo, onde você foi. E se você tiver GPS, eles sabem onde você está neste exato momento.
  • Se você usa o Reader, eles sabem todos os seus interesses.
  • Se você usa o Search (pesquisa no Google), o Google guarda todas as pesquisas que você fez.
  • Se você usa o Google Talk, eles conhecem quem são seus amigos.
  • Translate sabem que você quer aprender francês.
  • YouTube conhecem todos os vídeos que você assistiu, os gêneros que você gosta, aqueles que você favoritou e os vídeos que você enviou.

Por isso o Google pode levantar nossos dados de pesquisas associados a nossa conta. Acessando o Google.com/history podemos ver o histórico de páginas já visitadas. Outro exemplo é  o  Google.com/ads/preferences, que tem tudo que o site acha sobre você.  No Google.com/dashboard você pode acessar um breve histórico das suas informações na rede. Com todo esse cruzamento de informações, é montado um perfil que permite que as empresas exibam anúncios do seu interesse. 

Eu nem sabia mas tenho picasa e imagens por lá! Ficaram registrados até aplicativos que já baixei e deletei do meu android. Estamos no Google e pasmem, ele sabe muito ao nosso respeito.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Nova tecnologia no mercado - Carro movido a água!




Semana passada, estava eu assistindo o jornal e vi uma reportagem no qual fiquei impressionado. Uma nova tecnologia foi criada por uma empresa israelense chamada Phinergy, que permite rodar 1600 Km com água no carro, pois é, imagine poder abastecer seu carro com água e ter autonomia de 1600 Km?

Isso é possível graças a uma bateria equipada com placas de alumínio com um abastecimento de água destilada - este tipo de bateria é recarregável, podendo ser carregada em casa ou no trabalho em até 6 horas em uma tomada de 220 V- após esta etapa, a água passa por um processo químico capaz de produzir o combustível final, óxido de alumínio hidratado. O teste foi realizado em um carro da Citroen, o Citroen C-zero, que possui 50 placas de alumínio instaladas na bateria do carro, onde cada placa pode fornecer a energia necessária para percorrer 36 Km. Esta tecnologia chega a ser até dez vezes mais eficiente que uma bateria de íons de lítio, que oferece a autonomia de 160 Km. 

Este dispositivo está com previsão de está disponível comercialmente em 2017 em países que levam a energia elétrica a sério, já no Brasil deve chegar em torno de 2045, devido a nossa política de fontes alternativas para veículos.

Pois é, mais uma vez a inteligência humana se superou!




sábado, 18 de maio de 2013

O Poderoso Grafeno


Dois cientistas russos, Andre Geim e Konstantin Novosselov, utilizando a técnica de esfoliação micromecânica, conseguiram isolar o grafeno em 2004. A técnica utilizada foi supersimples, apesar do nome, consistiu em esfoliar o grafite de um lápis, usando uma fita adesiva e depositando-o sobre um substrato de silício oxidado. Essa descoberta lhes rendeu o prêmio Nobel de Física em 2010 e pretende revolucionar o mundo tecnológico.
E o que é o grafeno? É formado por átomos de carbono, organizados em formato hexagonal, como um favo de mel, densamente compactados em uma grade de duas dimensões. É o material mais forte da atualidade, 200 vezes mais resistente do que o aço, ótimo condutor de eletricidade e calor, durável, impermeável, transparente e extremamente flexível. Diante de tantas propriedades o grafeno promete ser um dos substitutos do silício. São inúmeros os estudos para a aplicação deste material:
  • Imagine uma bateria que poderia ser carregada em segundos. Supercapacitores de grafeno substituiriam as baterias atuais. Um aluno da UCLA, nos Estados Unidos, ao pesquisar novas formas de obter folhas de grafeno, acidentalmente, descobriu como criar um supercapacitor que, com apenas dois segundos de carga conseguia manter aceso um Led por 5 minutos.
  • Por ser ótimo condutor de energia e calor, a ideia é aproveitar toda a velocidade alcançada pelos elétrons do grafeno. No trabalho, liderado pelo professor de engenharia Xiang Zhang, da Universidade de Berkeley, na Califórnia, o grupo de estudo construiu um modulador com capacidade de transmissão e dados muito superior à dos atuais. De acordo com eles, a invenção pode elevar a velocidade da transmissão de dados a taxas que chegam aos 100 terabits.
  • Pense numa forma de aproveitar a água do mar. Com o grafeno isso é possível. Os pequenos buracos da sua composição são suficientes para deixar passar as moléculas de água, retendo apenas as de cloreto de sódio que são maiores, transformando a água do mar em potável. A ideia segue os princípios de um filtro tradicional e possibilita uma alternativa importante para a escassez da água no mundo.
  • Trabalhos realizados pela Universidade de Rice, nos Estados Unidos e pela Universidade Estatal de Moscou, na Russia, demonstraram que o óxido de grafeno, pela sua capacidade poder aglutinar lixo radioativo, facilita a eliminação de materiais radioativos de líquidos.
  • Não tenha mais receio de derrubar seu smartphone, isto é, se a sua tela for de grafeno. Por ser um bom condutor, os toutchscreens ficariam muito mais sensíveis e a possibilidade de usar o material no lugar dos atuais evitaria quebras no impacto.
  • Na bioeletrônica, um transistor feito com o grafeno, responde a alterações em uma solução química, como as que ocorrem entre as células. Ele pode ser usado para conectar diretamente circuitos eletrônicos, por exemplo, às células dos nervos, permitindo controlar próteses robóticas ou outros equipamentos. O próximo passo da equipe do Dr. Jose Garrido, da Universidade Técnica de Munique, na Alemanha, é usar os transistores de grafeno para controlar retinas artificiais, que possam restaurar a visão de pacientes de determinadas patologias.
  • Fones de ouvido supersensíveis, criação de roupas, desenvolvimento de materiais ultraleves e resistentes, circuitos, chips, isolantes, condutores, transistores transparentes, entre outros.

O maior centro de pesquisas mundiais é na Universidade Nacional de Cingapura, que tem uma divisão especialmente dedicada à pesquisa do material e é dirigida por um brasileiro Ph.D. em física, Antonio H. Castro Neto. O Brasil também tem avançado com pesquisas teóricas e aplicáveis como a do professor Eunézio Antonio de Souza, doutor em Física pela Unicamp que pretende tornar o grafeno um produto também produzido no Brasil.
O grafeno é a molécula do futuro e não se tem ideia da sua capacidade, pois, o seu potencial é infinito. Grandes empresas como a IBM, Intel, 3M e Samsung, já estão estudando possíveis aplicações.  Entendemos que o leque da evolução está se expandindo, cada vez mais, em vários campos por causa dessa importante descoberta.
“Prever o futuro pode até ser um exercício de subjetividade, mas é fato: ele será escrito com o mesmo grafeno, encontrado em lápis e lapiseiras, que desde crianças nos ajuda escrever a nossa própria história.” (Marcelo Pinheiro- Revista Brasileiros)