quarta-feira, 15 de maio de 2013

T.I. Tradicional não tem mais futuro. ATUALIZE-SE!!!


Na tarde desta segunda-feira, 14 de maio de 2013, foi publicado no site do Olhar Digital uma entrevista feita com Fábio Gandour - pesquisador da IBM - no qual ele informa que mudanças radicais  na área tecnológica estão acontecendo e que espera mudanças também nos profissionais. A procura por profissionais na área de T.I. está crescendo a cada dia e oferecendo boas perspectivas para o futuro, devido a isso, os serviços de profissionais de T.I. tradicional estão cada vez mais ficando obsoleto.

Gandour, em sua palestra na BITS (Business IT South America), disse que "a T.I. tradicional não tem futuro". Essa frase causou uma grande polêmica, e para justificar, ele baseia-se em pilares que sustentam a área, como hardware, software, sistemas e redes, e afirma que a tecnologia muda tanto que o modo como ela é encarada também precisa mudar rapidamente. 

Como exemplo de uma grande mudança tecnológica, ele cita o Google Glass, o óculos inteligente que promete integrar o corpo do usuário à máquina, no qual já foi falado aqui no blog. Glandour fala também que o hardware não existe mais, devido a tecnologia está cada vez mais integrada às vidas das pessoas, um exemplo disso são os smartphones. Uma nova tecnologia que irá alavancar os negócios e construir uma fonte de informações potente na área de sistemas será o Big Data, cita Gandour. Na área de redes, ele afirma que elas passaram por uma profunda transformação quando o protocolo IPv6 se estabelecer sobre o IPv4, possibilitando que objetos comuns, como lâmpadas ou portas possam se tornar conectados, alcançando o conceito de "internet das coisas". 

A partir desta entrevista, podemos observar que as plataformas, ferramentas, linguagens, entre outros,  que utilizamos hoje, amanhã já não nos servirá tanto pelo fato da nossa área de T.I. está em constante mudança. Então, se quiser ter destaque no mercado tecnológico, basta ficar atualizado!

Fonte: http://goo.gl/N7cXQ

domingo, 12 de maio de 2013

A Era Quântica

Saiu essa semana uma matéria nos sites de tecnologias sobre testes realizados com computadores convencionais e quânticos cuja rapidez de processamento superou o convencional. Mas só de falar em “quântico” já nos remete a algo bastante futurista e inalcançável. Lembram de Moore, co-fundador da Intel? Ele dizia que o poder de processamento dos computadores dobraria a cada vinte e quatro meses. Há quem diga que a sua famosa lei está ficando ultrapassada. Os processadores atuais já estão alcançando os seus limites físicos, como exemplo, o Ivy Bridge da Intel, onde cada transistor mede 1/4 do tamanho do vírus da gripe, que tem 80 nm. Tiveram que instalar transistores em 3D, uma nova tecnologia, por que nesta escala de grandeza não seria possível construir objetos tão pequenos. Devido a essas limitações, cientistas buscam novas soluções para substituir o silício e a computação quântica é uma delas. E como funciona?

O processamento dos computadores atuais é feito através de códigos binários, os bits 0 e 1 (apagado e aceso) e os sequenciamentos gigantesco de bits é interpretado gerando informações digitais. Quem interpreta são os transistores, porém apenas um bit por vez o que nos é imperceptível devido ao alto número de transistores nos processadores atuais. Mesmo assim o poder de processamento fica limitado em situações de cálculos mais complexos.

O computador quântico será muito menor que o tradicional porque ao invés do silício, são usados átomos e os bits são substituídos por qubits, onde cada partícula pode estar em dois estados ao mesmo tempo. Na mecânica quântica isso é possível. Uma famosa metáfora, o gato de Schrödinger, expressa esta realidade. Imagine que um gato esteja dentro de uma caixa, com 50% de chances de estar vivo e 50% de chances de estar morto; para a Mecânica Quântica, até abrirmos a caixa e verificarmos como está o gato, ele deve ser considerado vivo e morto ao mesmo tempo. A esta capacidade de estar simultaneamente em vários estados chama-se superposição permitindo aos computadores quânticos que os cálculos sejam realizados simultaneamente e os vários “bits” (qubits), sejam interpretados ao mesmo tempo. A principal característica desses computadores é a possibilidade de resolver em tempo curto problemas que em computadores convencionais levariam um tempo gigantesco. A redução do tempo de resolução destes problemas possibilitaria a quebra da maioria dos sistemas de criptografia assim como também o desenvolvimento de algoritmos inquebráveis com os conceitos de física quântica.

A New Scientist publicou na semana passada que a empresa D-Wave, com sede em Burnaby, Canadá, realizou testes com um computador quântico e outro convencional, o CPLEX. O computador da D-Wave encontrou a melhor solução todas as vezes em menos de meio segundo. No melhor dos três, o CPLEX, demorou cerca de meia hora para alcançar o desempenho do D-Wave nos problemas maiores. O quântico foi 3600 vezes mais rápido do que uma máquina de alto desempenho mostrando o potencial dessa nova tecnologia.

Já imaginamos que em um futuro próximo as máquinas passariam a ser muito mais rápidas e com uma capacidade de armazenamento muito maior. Por enquanto, as versões desenvolvidas dos computadores quânticos não possuem nenhuma aplicação comercial. Cientistas acreditam que as primeiras máquinas, assim que estiverem funcionando, serão empregadas no meio acadêmico para simulações da física e da mecânica quântica. A New Scientist evidencia que computadores quânticos são realmente ótimos – mas ainda vai demorar alguns anos até que eles cheguem até nós. 


sexta-feira, 10 de maio de 2013

É GOL - Software da precisão a árbrito de futebol

A grande problemática de todo arbitro de futebol, foi ou não foi gol?, como ter a certeza quando não se esta em uma boa posição, ou seus assistentes não oferecem o suporte adequado. A tecnologia pode resolver este problema?

A empresa GoalControl foi a selecionado pela FIFA para dar solução a este problema, com o sistema GoalControl-4D que trabalha com 14 câmeras de alta velocidade, sendo 7 apontada para cada gol ao redor do gramado, telhado e passarelas do estádio, as câmeras são conectadas a um sistema de processamento de imagem poderoso que acompanha o movimento de todos os objetos em campo e filtra os jogadores, árbitros e todos os objetos de forma a identificar cada um, claro a bola e o mais focado o sistema conhece as 3 dimensões da posição da bola com precisão milimétrica, quando a bola passa a linha do gol o sistema envia um sinal vibratório e óptico para os árbitros, as imagens são armazenadas e podem ser revistas a qualquer momento.

Esta tecnologia deverá sera usada no "evento  teste", no caso a Copa das Confederações que será realizada  entre os dias 15 e 30 de junho. Caso o sistema seja bem sucedido a empresa GoalControl  atuará também na copa do mundo de 2014.

Fontes: portal da copatecmundo, O Globo,Goalcontrol.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Impressora 3D: Uma nova tecnologia no Brasil e no mundo!


A impressora 3D é a nova tecnologia do momento, mas muitos não sabem que ela surgiu em 1984. Foi neste ano que Charles Hull fez a primeira impressora 3D, que ao invés de utilizar tinta e papel, constrói objetos, desde uma simples joia até peças de carro. 

Pois é, para os que ainda não conhecem esta nova tecnologia, ela é realmente capaz de imprimir partes de um carro. A prova disso é o apresentador do programa de televisão americano The Tonight Show, Jay Leno, que é fá de carros antigos. Mas este seu hobby tinha um grande problema, pois peças antigas são raras e muitas vezes não existem, porém Leno resolveu seu problema com a impressora, ele resolveu imprimir partes de seu Stanley Steamer 1909, um calhambeque movido a vapor, não é a toa que o setor automotivo é um dos setores que mais estão investindo nesta tecnologia. 

As coisas magníficas que esta impressora faz não para por aí. Há dois anos atrás, em 2011, o automóvel Urbee foi lançado como o "primeiro automóvel impresso em 3D", embora só a carroceria tenha sido feita assim. Outro caso impressionante foi a construção do Areion, um carro de corrida que foi feito por um grupo de estudantes de engenharia belgas, atingindo nada mais, nada menos, do que 140 km/h. "Tentaremos fazer um carro por ano, mas não há planos para uma escala industrial", diz Joris Aerts, chefe da Fórmula Group T, a equipe do Areion, que corre em competições universitárias. 

Aqui no Brasil já existe uma fábrica de impressora 3D, é a Cliver, com apenas um ano de vida. Ela já produz de 25 a 35 unidades por mês e investiu cerca de R$ 100.000,00, que já foi recuperado neste primeiro ano de existência. Cada impressora custa em média R$ 4.650,00. Ela já forneceu impressoras para a Intelbras (constrói modelos de aparelhos) e Embraer (produz protótipos de peças internas das aeronaves) e está estudando o fornecimento deste equipamento para a Renault. 

É impressionante o que esta impressora faz! A cada dia que surge uma notícia sobre ela eu fico mais impressionado com a capacidade da mente humana de construir algo desse tipo, porém se for utilizada por pessoas com mente maligna, pode tornar-se um fabricante de armas. Este não foi o meu objetivo aqui, mas caso queira saber a história é só acessar o site da BBC Brasil. (Clique aqui para acessar o site)

Fontes: Revista Super Interessante180graus Notícias

domingo, 5 de maio de 2013

SmartCity pernambucana


Você sabe o que significa cidade inteligente? Segundo a World Foundation for Smart Communities (“Fundação Mundial de Comunicação Inteligentes”) se trata de um crescimento baseado nas tecnologias da informação e comunicação. Um determinado local que usa a inovação aliada à tecnologia em prol do desenvolvimento. Um bom exemplo é a cidade de Songdo na Coréia do Sul. Em uma área de 6 km², a 65 km de Seul, um investimento de 40 bilhões de dólares levanta uma nova e ambiciosa cidade destinada a ser um centro financeiro global, pretende ser finalizado em 2015 e será a mais moderna área urbana da Ásia. Será uma metrópole ecologicamente correta, com 40% de áreas verdes, baixas emissões de carbono, rede de transporte público sem protagonismo de automóveis privados, investimento em metrô e numa rede de táxis aquáticos elétricos. Songdo será a primeira “U-city” do mundo, uma cidade onde tudo está conectado. U-city, ambiente ubíquo, é um conceito usado para definir um local onde toda tecnologia de informação está aplicada e todos os sistemas estão interligados. Esta conexão pode ser feita de diferentes maneiras, desde simples redes sem fio até identificação por radiofrequência. Sensores no asfalto, nas ruas e nos edifícios enviarão dados de forma ininterrupta para um centro de controle, onde informações a respeito dos prédios, da demanda por energia, das condições do asfalto e do trânsito, assim como a temperatura externa e interna, serão coletadas e analisadas. Etiquetas com identificação por radiofrequência (Radio-Frequency Identification, ou R Fid, na sigla em inglês) serão colocadas em todas as placas de veículos enviando sinais ao controle central em menos de um segundo permitindo ao centro de controle ajustar o intervalo dos semáforos, criar desvios e fornecer alertas mais cedo contra engarrafamentos. O lixo terá uma espécie de QR-Code, assim, cada vez que um cidadão reciclar o lixo, ganha um crédito junto à prefeitura, que pode ser revertido em descontos nos impostos. As pessoas terão um smart-card que pode ser usado para abrir a porta de casa e até pagar por serviços como metrô, estacionamento, cinema, empréstimo de uma bicicleta pública, enfim, uma infinidade de utilidades.

Aqui em Pernambuco teremos a oportunidade de usufruir um pouco deste conceito. Em 2014 o Brasil sediará a Copa do Mundo e isso nos trouxe alguns avanços. A Cidade da Copa será um espaço de 240 hectares construído às margens do rio Capibaribe, no município de São Lourenço da Mata, Região Metropolitana de Recife e será conectada à capital por várias vias que já estão sendo construídas ou estão em licitação. A arena terá capacidade para 46.000 pessoas e 4.700 vagas de estacionamento, sendo 800 cobertas. O custo é de R$ 532 milhões. Foi erguida do zero e utiliza as mais avançadas tecnologias de informação e comunicação. Todas as conexões entre as várias edificações serão subterrâneas e por meio de fibra óptica. E com cobertura para transmissão de dados por redes sem fio (Wi-Fi). O acesso às arenas de esportes—um estádio para 46 mil pessoas e ginásio para 10 mil lugares — usará tecnologia de biometria para reconhecimento facial. O controle do posicionamento de veículos será feito em tempo real, com sinalização dos semáforos ajustada eletronicamente ao fluxo dos carros. Medições eletrônicas do consumo de energia, sistemas on-line de prevenção e controle de emergências, monitoramento da poluição do ar, ventilação e iluminação naturais e sistemas de coleta seletiva de lixo farão parte do projeto ambicioso. A Cidade da Copa também terá metrô e integração ao aeroporto. O bairro de 240 hectares, projetado para ter até 18 mil moradores, será rodeado por ciclovias, quadras esportivas e áreas verdes às margens do rio Capibaribe. A nova arena será uma das primeiras a implantar uma usina de energia solar. O projeto será desenvolvido pela Neonergia, uma das maiores empresas do setor elétrico brasileiro, por meio de suas controladas, a Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) e pela Odebrecht Energia, com investimentos de cerca de R$ 13 milhões. A usina solar vai gerar 1 MW, mas apenas 20% estarão disponíveis para consumo da Arena Pernambuco.

Projetos como esses reforçam a ideia do que esperamos como as cidades sejam no futuro. Uma das maiores preocupações, atualmente, é com a sustentabilidade e a união da tecnologia, a preocupação com o meio ambiente e qualidade de vida mostram meios e soluções capazes de fazer a diferença. Exemplos estão acontecendo em todo mundo para facilitar o dia a dia da população e já era hora de Pernambuco participar. Somos a primeira smart city da América Latina, e este legado vai muito além de uma estrutura. Autoestima também melhora qualidade de vida.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Google Glass funciona até debaixo d'água!!!


Para quem ainda não conhece, o Google Glass é um óculos super inteligente que permite tirar foto enquanto você passeia com sua família, além de gravar entrevistas e vídeos explicativos e relatar a reação das pessoas que o encontram nas ruas usando o aparelho na cabeça. Há exatamente duas semanas, ocorreu a distribuição dos primeiros protótipos dos óculos inteligentes para os "exploradores" - título que o Google dá às pessoas que estão testando a edição "Explorer" do óculos. Algumas imagens e vídeos já estão sendo divulgados no Twitter pelos explores, mas também podem ser facilmente encontradas no Google+. 

Robert Scoble foi um dos primeiros blogueiros a receber o Glass e postou uma foto sua inusitada tomando banho com o óculos. O mesmo afirmou que funcionam mesmo embaixo d'água. Uma outra pessoa sortuda foi o desenvolvedor Noble Ackerson que postou um vídeo de 10 segundos, na última sexta-feira, gravado enquanto andava de moto e alertou seus seguidores: "O Glass distrai tanto quanto qualquer outro dispositivo com uma tela. Se você pretende dar atenção a toda notificação que receber, por favor, não use esses óculos ou um celular ao dirigir". 

Para os apaixonados por programação, o código-fonte do Google Glass já foi liberado. O código divulgado foi o código do kernel de Linux em seu site, mas ainda faltam elementos para que seja possível realmente tirar todo proveito do aparelho, porém a empresa deve fazer isso o mais rápido possível, já que o Glass deve ser vendido com uma versão do Android.

Quem quiser acessar o código kernel do Glass, clique aqui!

Este óculos além de ter todas estas funcionalidades também tem uma câmera de 5 Mpixels e grava vídeo em HD (1280 x 720 pixels). Seu display equivale a uma tela de alta definição de 25 polegadas a uma distância de 2,5 metros, além de possuir um armazenamento de 16 GB, dos quais 12 podem ser usados e sincronizados com a nuvem, entre outros super recursos, ou seja, esta será a nova mania de quem é apaixonado por tecnologia!

Fontes: http://goo.gl/WuWlF, http://goo.gl/uUfxE, http://goo.gl/1yCPy

domingo, 28 de abril de 2013

Rumo ao mestrado


O que fazer depois da faculdade? Muitos pensam em já trabalhar, procurar alguma qualificação e especializar-se na área escolhida. Outros pensam em seguir com os estudos e entrar logo para um mestrado. E por que não os dois? Para ingressar em um mestrado numa faculdade pública, por exemplo, é necessário que o aluno tenha boas notas na graduação e alguns artigos publicados. Já um mestrado particular, requer apenas a mesma dedicação ao curso que o aluno daria se estivesse em um mestrado público e dispor de recursos para o custeio do curso.

Sou integrante do NUPESQ, e para os que não conhecem, foi criado em 2000 e tem como propósito promover e desenvolver pesquisas nas áreas dos cursos oferecidos pela FAFICA. O PIC – Programa de Iniciação Científica insere os estudantes na atividade científica, incentivando à pesquisa com concessão de bolsa para os candidatos aprovados na seleção. O que é uma pesquisa científica? É buscar conhecimento por um assunto específico. E que assunto é esse? Escolha um tema dentro da sua área, pense em uma problemática e desenvolva seu artigo em cima desse problema a fim de buscar uma solução.

Minha primeira produção, ”Ferramentas de Auxílio ao Aprendizado em Programação: Um Estudo Comparativo”, desenvolvido sob a orientação do professor M.sc César França, foi aceito para ser apresentado no ERBASE XIII/WEIBASE XI – Escola Regional de Computação Bahia-Alagoas-Sergipe / Workshop de Educação e Informática Bahia- Alagoas –Sergipe. Um evento promovido pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC) e que teve a sua primeira edição no ano de 2001.

A ERBASE é um fórum para pesquisadores, professores, alunos e profissionais de Computação e áreas afins cujo objetivo principal é fomentar a troca de ideias e experiências através de palestras, workshops, minicursos e laboratório. É um evento multi-institucional que conta com o apoio das principais instituições de ensino técnico e superior dos estados da Bahia, Alagoas e Sergipe. Neste ano o evento foi realizado em Aracaju e teve como tema principal a TI Verde, que estuda o impacto dos recursos tecnológicos no meio ambiente.

O WEIBASE é um fórum regional que visa divulgar e discutir os avanços político-pedagógicos na educação superior e técnica em cursos de informática. O público alvo deste evento constitui-se de coordenadores de curso, professores, estudantes e profissionais da área de computação interessados em técnicas inovadoras voltadas à melhoria do ensino de informática.

No artigo, pesquisamos algumas ferramentas que podem auxiliar no ensino em programação e tem como objetivo refletir sobre a utilidade desses softwares. Fizemos um levantamento dos conceitos de programação e como resultado deste artigo, sugerimos um modelo de classificação em três níveis que permite a comparação e a adoção da ferramenta mais adequada de acordo com as características do estudante.

É super gratificante quando colhemos os frutos do nosso trabalho. Minha ida a Aracaju já começou a ser planejada com o resultado da seleção dos artigos. Com a minha apresentação preparada e ensaiada há semanas, aventurei-me pelas terras sergipanas. O mais difícil foi combater o nervosismo na hora da apresentação, mas quando estamos seguros do que falamos, com o tempo, ele passa. Esta experiência serviu como uma boa dose de estimulante para a minha caminhada e que quando temos um objetivo, mesmo que existam obstáculos, nunca devemos parar de tentar. Pretendo, ao sair da faculdade, entrar em um mestrado e trabalhar também. Dificuldades, reconheço que irão existir. Quem disse que iria ser fácil? Como estou só no início da minha caminhada, ainda tem muito chão pela frente e outros artigos para apresentar.